terça-feira, 29 de janeiro de 2008

História da dança ao longo do tempo

Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. Antes de polir a pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para comunicar.
Considerado a mais antiga das artes, a dança é também a única que despensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir a sua função enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjectivas do homem.
Segundo certas correntes da antropologia, as primeiras danças humanas eram individuais e relacionavam-se com a conquista amorosa. As danças colectivas também aparecem na origem da civilização e a sua função associava-se á adoração das forças superiores ou dos espíritos para obter êxito em expedições guerreiras ou de caça ou ainda para solicitar bom tempo e chuva.
O desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética.
No antigo Egipto, 20 séculos antes da era cristã, já se realizavam as chamadas danças astro teológicas em homenagem ao deus Osíris. O carácter religioso foi comum ás danças clássicas dos povos asiáticas.
Na Grécia clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos.
Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. Uma das danças cortesãs de executarão mais complexas foi o minuto (dança em compasso de ¾, de origem francesa), depois foi a valsa, considerada dança cortesã por excelência e com ela se iniciou a passagem da dança em grupo ao baile de pares. Dança, em sentido geral, é a arte de mover o corpo segundo uma certa relação entre o tempo e o espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.

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